A Semana Mundial de Aleitamento Materno – SMAM, é celebrada de 1 a 7 de agosto, e tem como objectivo o incentivo a amamentação,  proteger a  sobrevivência  e  desenvolvimento da criança. No ano de 1990 num encontro organizado pela OMS e UNICEF foi divulgado mundialmente um documento intitulado “Declaração de Innocenti” que focava 4 objectivos principais:

* Implementar os “10 passos para o sucesso da amamentação” em todas as maternidades;
* Implementar o Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno;
* Adoção de uma legislação eficaz que proteja a mulher que amamenta no trabalho;
* Criaçao de um comitê nacional de coordenação da amamentação.

A seguir decorreu a fundação da World Alliance for Breastfeeding Action/ Aliança de Ação Mundial pró-amamentação – WABA que criou então a  Semana Mundial de Aleitamento Materno, para promover as metas da “Declaração de Innocenti”. No Brasil a ação passou a ser celebrada a partir de 1999, nos dias de hoje cerca de 120 países comemoram oficialmente a semana.

Em 2011, o tema no Brasil da Semana Mundial de Amamentação é “Apoie a mulher que amamenta. Seja um amigo do peito” que enfatiza a importância da amamentação na vida de uma criança, e que incentiva empresas a extenderem a licença maternidade de quatro para seis meses em prol do aleitamento materno. A adesão das empresas é facultativa. No Brasil, o tempo médio de aleitamento é de apenas 54 dias, muito abaixo do recomendado pela OMS que é 6 meses.

Juliana Paz é a madrinha da campanha de 2011, que incentiva a amamentação até os 2 anos de idade,  que afirmou ainda amamentar o filho Pedro que tem hoje oito meses de vida. As crianças devem ser amamentadas pelo menos até os 2 anos de vida, a partir dos 6 meses novos alimentos serão introduzidos na alimentação segundo as orientações de um pediatra.

Por isso ajude a divulgar esta campanha para que as empresas brasileiras participem e extendam a licença maternidade para 6 meses! divulgue no seu site, no seu blog, no seu Twitter e no seu Facebook.

Saiba mais em:

Fiocruz

– Estadão

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