O Bigmae.com é um site/blog destinado à mães casadas, solteiras, divorciadas, ou viúvas, por isso com a proximidade do Carnaval  nunca é demais lembrar os cuidados que nós mulheres devemos ter com a nossa saúde. Para as mães que são descomprometidas, ou seja, não tem namorado ou parceiro fixo o uso do preservativo é a garantia de que a alegria do Carnaval continue depois do feriado.

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Previna-se contra o HPV e contra as doenças sexualmente transmíssiveis! (Foto Arquivo pessoal Bigmae)

O uso do preservativo previne o contágio pelo vírus HIV (Aids), mas também protege a mulher das doenças sexualmente transmissíveis,  dentre elas: Clamídia, Tricomoniase, Gonorréia, Sífilis e o papiloma vírus humano (HPV). A infecção pelo HPV é muito comum, cerca de 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas.

A maioria destas infecções é transitória, sendo combatidas espontaneamente pelo sistema imunológico, porém uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV de alto risco de câncer desenvolverá câncer de colo uterino.  O tempo necessário entre a infecção pelo HPV e o surgimento do câncer de colo uterino é em média de 15 anos.

A transmissão do HPV genital ocorre através da relação sexual, ou através do contato direto com a pele contaminada. Por este motivo, o uso de preservativo na relação sexual diminui o risco desta transmissão, conseqüentemente, reduzindo também a incidência do câncer de colo uterino.

A sua incidência torna-se evidente na faixa etária de 20 a 29 anos e o risco aumenta rapidamente até atingir seu pico, geralmente, na faixa etária de 45 a 49 anos.

Através do programa para detecção precoce do câncer de colo uterino, também conhecido como exame de Papanicolaou, a incidência e a mortalidade desta doença têm reduzido significativamente nos países desenvolvidos.  Apesar das diversas campanhas de rpevenção divulgadas na mídia, ainda hoje por vezes o diagnóstico é realizado apenas quando a mulher apresenta sintomas de doença avançada – tais como sangramento vaginal e dor – tornando assim o tratamento menos eficaz.

Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas para a criação e aprimoramento de vacinas contra este vírus, mas ainda não há evidência suficiente da eficácia da vacina contra o câncer de colo do útero. Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos mais presentes no câncer de colo uterino (HPV-16 e HPV-18). Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo uterino só poderá ser observado após décadas.

Portanto, mais do que nunca, neste Carnaval a população não deve se esquecer que o sexo seguro é a melhor maneira de se proteger contra o HPV e das demais doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte: Oncomed Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas – Belo Horizonte – MG (Link Comunicação Empresarial)

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