Quase toda criança adora bichinhos e em sendo assim é natural que ela peça um animalzinho de estimação para a mamãe; mas será que é saudável? A partir de que idade a criança consegue interagir com o animalzinho? Tire suas dúvidas abaixo, onde Keila Cristiuma, diretora da marca Sempre Materna, alerta sobre os cuidados especiais da convivência das crianças com os bichinhos.

Os animais e as crianças
Imagem e informações disponibilizadas por Sempre Materna ©

“Mais que bichinhos de estimação, os animais domésticos são excelentes companheiros para as crianças. A convivência entre essa dupla dinâmica produz efeitos positivos no comportamento e desenvolvimento infantil como: aprender a lidar com as emoções, entender a importância da responsabilidade, tomar iniciativa e valorizar a amizade. E os benefícios dessa relação não param por aí”, explica Keila Cristiuma, diretora da Sempre Materna.

De acordo com a empresária, pesquisa realizada pela Universidade da Finlândia Oriental e divulgada pela revista Pediatrics revelou que a convivência com cães e gatos desenvolve o sistema imunológico e, consequentemente, diminui infecções respiratórias.

Alguns cuidados essenciais com os animais x crianças e bebês:

* A idade ideal para ter o bichinho é entre os 3 e 4 anos. Nessa fase, ela já compreende a presença do animal e sua relação com ele é mais afetiva e segura. No entanto, é possível ter o bichinho antes dessa fase. Cabe aos pais estarem vigilantes quanto a segurança infantil.

* Se o animal chegou antes é importante introduzir a chegada do bebê com cautela. Uma boa dica é levar uma roupinha do bebê pra o animal se familiarizar, assim ele não entende que  é alguém que roubou seu lugar de “xodó” da casa.

A diretora da Sempre Materna ainda sinaliza:

· Coelho: São inteligentes e fáceis de ensinar.

· Hamster: A criança pode se divertir sem a necessidade de ter contato direto com o animal.

· Peixe: Mesmo que não haja interação, a criança ganha maturidade ao cuidar do peixinho.

· A ciência já comprova os benefícios dos animais nos tratamento. Alguns hospitais, inclusive, levam cachorros para perto das crianças. Elas passam o dia cuidando do animal e, consequentemente, ficam mais calmas e relacionam-se melhor com os médicos.

Fonte:  Assessoria de Imprensa Andrea Feliconio

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